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Informativo - Agosto de 2011

2ª Edição
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Editorial
Caros leitores,
Para aprender e entender um tema, é fundamental que o mesmo seja significativo para o aluno. O processo de aprendizagem se torna muito mais rico, se vários aspectos de um tema são abordados e só assim é possível entendê-lo como um todo. Os nossos alunos do PYP trabalham com temas transdisciplinares para atingir esse objetivo. Um tema não é trabalhado numa única disciplina, mas também em diversas outras. Essa forma motiva os alunos e promove uma postura de inquiridor. É essa curiosidade que ajuda no processo de aprendizagem, fazendo com que ele continue em casa, durante o tempo livre ou mesmo num passeio.
No século XXI é cada vez mais importante pensarmos de forma sistêmica, conectando o conhecimento das diversas áreas para entendermos um assunto ou para resolver um problema.
Essa edição do caRIOca mostra exemplos dessa forma de aprender, através de reportagens interessantes do nosso dia-a-dia, de redações de alunos do Ensino Médio sobre temas frequentemente debatidos no cotidiano e artigos sobre o sentido do dever de casa e sobre o processo cognitivo da aprendizagem do inglês na nossa Escola.
Boa leitura!
Andrea Sandro Furgler
Diretor Geral
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Índex
1 Tema transdisciplinar
2 Como compartilhamos o planeta (Ensino Fundamental I)
3 Dever de casa - Para que serve?
4 Como nos organizamos (Educação Infantil)
5 Culinária na Escola Suíço-Brasileira (Ensino Fundamental II)
6 Cognitive Processes in Third Language Acquisition at ESB
7 Atividades no Laboratório de Ciências (Ensino Médio)
8 Redações sobre temas debatidos no cotidiano (Ensino Médio)
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1 Tema transdisciplinar
Entenda como os temas transdisciplinares do PYP são desenvolvidos em diferentes séries PYP.
O Primary Years Programme (PYP) tem por objetivo formar crianças e jovens com mentalidade internacional e conscientes de suas responsabilidades em relação ao outro e ao planeta. O Programa é elaborado a partir de seis temas que são significativos para os alunos de qualquer país ou cultura e organizam o currículo para promover a formação do perfil de aluno almejado pelo IB.
O programa do PYP propõe que, juntos, os professores de todas as áreas desenvolvam o Programa de Investigação que, além de aprofundar importantes conceitos, exige um alto nível de envolvimento dos alunos.
Como os temas funcionam na prática?
A cada série, os alunos estudam novos assuntos ou retomam em maior profundidade temas vistos nos anos anteriores. O tema “Quem somos”, por exemplo, aborda a natureza do ser, crenças e valores, saúde física, mental e espiritual, relacionamentos, comunidades e culturas, direitos e responsabilidades.
Diante desta definição, o Maternal I observa as mudanças na criança e nas pessoas ao seu redor. Já os alunos do Maternal II abordaram os conceitos de relacionamentos e amizade na Unidade Eu e Minha Família, na qual foi tratada a integração social como forma favorável de se fazer novas amizades.
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Tema transdisciplinar
As classes de Pré I se dedicaram à importância da amizade e à valorização de cada um como parte do grupo. A unidade de investigação trabalhada com o Pré II foi “Passa tempo tic tac, tic tac passa hora”, que se dedicou a estudar a importância da rotina na nossa vida dentro e fora da Escola.
A 1F aprofundou-se no conhecimento sobre a identidade e a importância de ter um nome.
No estudo sobre “Locais Públicos”, a 2F trabalhará os conceitos de local público e privado e nossa responsabilidade com esses locais. A 3F trabalhou a unidade de investigação “Ser ou não ser eis a questão”, focado no crescimento do ser humano e nos valores no dia-a-dia. A 4F fará uma investigação sobre as imigrações humanas. E, finalmente, na 5F será realizado um estudo para compreender a estrutura e funcionamento do corpo humano para conhecer melhor nossas necessidades como espécie que compartilha o planeta com milhões de outras. Assim, há uma sequência de estudos que parte do indivíduo, caminha por suas relações na família e na Escola, permeia as sensações ao redor, aborda hábitos saudáveis como forma de sobrevivência, percebe seu papel de cidadão e aprende sobre o funcionamento e o cuidado com o corpo.
Ao final de cada unidade, a reflexão é muito importante para os alunos perceberem as ações que foram desencadeadas após as investigações. Além disso, o perfil do aluno é analisado de maneira que eles percebam suas competências e suas fraquezas, aprimorando-se sempre que possível. Para apresentar às famílias os conceitos estudados nas unidades de indagação, realizamos, em julho, a Mostra Cultural.
(Anderson Vidal)
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2 Como compartilhamos o planeta
4F SA - Terra, Planeta Água. A água é essencial para a manutenção da vida no planeta Terra.
O trabalho se desenvolveu da seguinte forma:
“A água pode não ter sido o único determinante para o surgimento da vida na Terra, mas, sem ela, certamente a vida seria alguma coisa bem diferente daquilo que conhecemos.” (Regina H. Porto Francisco)
Foi pensando nisto que os alunos da 4F SA se dedicaram ao estudo de alguns rios europeus e da sua importância para os países que banham. Os alunos ampliaram seu vocabulário conhecendo termos novos como: Wasserverkehrsstrasse (via de transporte fluvial), Wasserkraftwerke (usina hidrelétrica) Trinkwasser ( água potável).

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Como compartilhamos o planeta
A 4F SA cabe mais ou menos 102 600 vezes dentro do Rio Danúbio.
O Rio Reno mede, aproximadamente, 1280 km. Ele é uma importante via de navegação fluvial. Nossa turma cabe mais ou menos 47 520 vezes dentro do Rio Reno.
“Água, esta substância tão simples e abundante, teve papel decisivo nas características do Planeta Terra e no surgimento e evolução da vida. Entretanto, nós, que aprendemos a alterar intensamente o Planeta Terra para vivermos melhor, precisamos, agora, zelar pelo Planeta Água, para que ele continue sendo o Planeta Vida!” (Regina H. Porto Francisco) Revista Eletrônica de Ciências - Número 28 - Setembro / Outubro / Novembro de 2004.

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Como compartilhamos o planeta
O comprimento dos rios impressionou os alunos. Para que pudessem melhor desenvolver a noção das medidas de comprimento (km, m e cm) e do que isto representa, na prática, medimos cada um dos alunos e elaboramos uma tabela com as alturas de todos. Estas medidas foram somadas e aproximadas chegando-se a 28 m: o tamanho de todos os alunos juntos. A partir daí nos perguntamos quantas vezes nossa turma caberia em rios como o Reno e o Danúbio. Vários caminhos foram usados para se chegar ao resultado, o que representou um verdadeiro desafio para alunos tão jovens.
Paralelamente, nas aulas de Trabalhos Manuais, os alunos desenharam bonequinhos de si mesmos com um tamanho médio de 9 cm. Novamente, os alunos foram desafiados com a pergunta: Quantos bonequinhos são necessários para alcançar nossa altura? Usando a regra do arredondamento, os alunos chegaram à conclusão que, em média, 16 bonecos seriam suficientes para tal.

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Como compartilhamos o planeta
Nas aulas de Imersão, trabalhou-se a localização dos rios Reno e Danúbio no mapa da Europa e as bandeiras dos países por onde passam. Novas palavras foram agregadas ao vocabulário como os verbos: “entspringt” (nasce) e “mündet” (deságua), além de “Flussdelta” (delta do rio).
Através da representação cartográfica da área de abrangência dos rios, os alunos compreenderam a importância econômica e a influência dos rios estudados na vida das pessoas, especialmente como fonte de água potável.
O Rio Danúbio mede, aproximadamente, 2 850 km e é muito utilizado na navegação fluvial. Suas águas abastecem importantes cidades da Alemanha. Ele também possui, no seu leito, usinas hidrelétricas que contribuem para a produção de energia elétrica.
(Maira Esther Toepper Lima)

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Como compartilhamos o planeta
4F SF - Terra, Planeta água
A turma 4F SF desenvolveu, recentemente, atividades que integraram as disciplinas de francês, imersão, ciências, matemática e trabalhos manuais, estudando a importância da água para a vida. Os alunos puderam perceber a importância da água, elemento sem o qual a vida não existe.
Do mesmo modo, chegaram à conclusão de que os rios são importantes para as atividades do homem, como a pesca, o transporte e o comércio. Descobriram que, no Brasil, há rios bastante importantes, mas optaram por estudar os principais rios da França:
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Como compartilhamos o planeta
Os alunos pesquisaram o tamanho dos rios :
o rio Seine mede 776 km,
o Loire 1012 km,
o Garonne 645 km
e o Rhône 812 km.
Na aula de matemática, foi feita uma atividade cujo objetivo era descobrir quantas turmas seriam necessárias para se alcançar o tamanho de tais rios. Todos os alunos foram medidos e suas alturas somadas para se estabelecer o “tamanho da turma”. Em seguida, em grupos, as crianças desenvolveram uma série de cálculos para chegar ao resultado final, que pode ser observado nos murais montados por todos os alunos.
(Cristina Deta Cesar de Menezes)
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Como compartilhamos o planeta
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3 Dever de casa - Para que serve?
Em primeiro lugar, precisamos situar a Lição de Casa como atividades que representam uma oportunidade de autoaprendizagem, autoconhecimento, de reflexão, expressão e crescimento pessoal do aluno. Para isto, é preciso repensar duas crenças arraigadas: a de que a tarefa de casa tem como objetivo que o aluno aprenda o que foi trabalhado em classe, fazendo exercícios repetitivos e mecânicos, ou seja, que aprendemos pela repetição; e a crença de que a obrigatoriedade da lição diária gera, por si só, a responsabilidade e o hábito de estudo.
Não aprendemos pela repetição mecânica e descontextualizada, mas pelo significado que atribuímos ao conteúdo estudado, pela capacidade adquirida para poder compreendê-lo, pelo seu uso nas situações de vida, pelo envolvimento que podemos ter com o objeto de estudo (IB/PYP). O hábito de estudo, ou melhor, o gosto pelo estudo é adquirido quando o aluno experimenta o desejo de conhecer e o que isto lhe traz de crescimento pessoal.
Neste sentido, o professor tem a missão desafiadora que é despertar no aluno o desejo pelo conhecimento do mundo, do outro e de si mesmo. E quando falamos em desejo, falamos daquele sentimento que põe em movimento todo o corpo e todo o pensamento, portanto, não é só prazer, não é só aprender o que gosto. O desejo espanta a apatia e faz buscar, pesquisar, trabalhar, até que se consiga o conhecimento desejado e se experimenta a satisfação por aprender.
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Dever de casa - Para que serve?
A Lição de Casa, assim como o trabalho realizado em sala de aula, deve servir a este propósito e, para isto, uma atitude é fundamental: que os adultos, pais e professores, estabeleçam uma relação com o conhecimento que seja coerente com aquilo que esperamos da criança, ou seja, o desejo pelo conhecimento, o hábito de estudo e a leitura também precisam estar presentes na vida das pessoas com as quais a criança convive.
A Lição de Casa como oportunidade de autoconhecimento e reflexão é aquela que propõe ao aluno, de forma orientada, uma análise de sua aprendizagem diante de um determinado conteúdo, seja ele um conceito, um procedimento ou uma atitude. Este tipo de atividade deve proporcionar ao aluno perguntar-se sobre:
- O que sei deste conteúdo?
- O que ainda não consegui entender?
- Que perguntas gostaria de fazer?
- Que hipótese eu levanto sobre a minha dificuldade?
- Que coisas estão interferindo na minha aprendizagem, ajudando ou atrapalhando?
- O que espero com a ajuda do meu professor?
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Dever de casa - Para que serve?
Propor ao aluno que reflita sobre estas questões e expresse seus sentimentos e sua percepção de como avalia seu processo de aprendizagem, poderá ser um instrumento mais eficaz de aprendizagem e favorecer a sua participação e protagonismo do que fazer simples exercícios de repetição.
(Anderson Vidal)

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4 Como nos organizamos
Maternal II
A professora contou uma história em francês “L’école de Leon”, para que todos os alunos pudessem recontá-la depois.
L’enseignant a proposé de raconter une histoire ‘l’ecole de leon’ afin que tous les membres du groupe puissent profiter de l’experience de l’apprentissage.
Dans la classe les enfants ont l’occasion de developper l’idee de ce qu’ils font dans l’ecole.
Les enfants ont contribue avec leurs idees, leurs dessins et leurs commentaires.
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Como nos organizamos
Após a leitura de uma história, as crianças fizeram desenhos em folha colorida, pois essa é uma atividade que as crianças gostam muito de fazer na nossa Escola. Em seguida, perguntamos o que mais faziam na Escola e suas falas foram registradas em blocão.
(Corinne Cecília da Costa Cunha e Rosangela Ramons da Silva)

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5 Culinária na Escola Suíço-Brasileira
A nossa aula funciona da seguinte forma: primeiro, os alunos pesquisam quais receitas eles querem cozinhar. Eu sugiro sempre um tema e, em seguida, separamos em três grupos: entrada, prato principal e sobremesa. Então, eles selecionam as receitas que estejam de acordo com a nossa aula. Depois de terem feito a escolha, chega o momento da tradução. No final, os alunos também fazem uma lista de compras.
Uma semana depois, vamos para a cozinha e preparamos as receitas.
Cozinhar é divertido e os alunos aprendem, também, que todo o material deve ser bem organizado e que certa ordem é necessária para que tudo dê certo.
É uma experiência muito rica e única. Os alunos ficam motivados e parecem sempre bastante entusiasmados.
Os alunos, com o tempo, desenvolvem melhor a autonomia e se organizam melhor. Os pratos, por sua vez, ficam cada vez mais saborosos! Naturalmente, eles aprendem também alemão, já que as receitas e as aulas são nesse idioma.
Depois de termos nos ocupado por algumas aulas com o tema da culinária brasileira, trabalhamos na última semana com a culinária alemã. Os alunos escolheram, então, como de costume, uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. Eles se decidiram por bolinhos de legumes de baixa caloria, Currywurst (salsichas com molho curry) e pudim de chocolate.
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Culinária na Escola Suíço-Brasileira
Uma semana depois, começaram a cortar, ralar, misturar, temperar, refogar e provar. Para os bolinhos, eles precisaram de abobrinha, cenoura, alho-poró, cebola, salsa, aveia em flocos, queijo, pimenta, curry e páprica em pó.
Para a Currywurst, eles usaram salsichas alemãs, cebola, azeite, extrato de tomate, molho de soja, curry, pimenta, açúcar, vinagre e ketchup. Já para o pudim de chocolate, os ingredientes foram: chocolate meio amargo, ovos, leite, amido de milho, baunilha e açúcar.
Os alunos se organizaram bem e obtivemos um bom resultado. Eles também se divertiram e aprenderam bastante.

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Culinária na Escola Suíço-Brasileira
No final, eu perguntei aos alunos se eles tinham gostado da aula. As respostas foram positivas. Eles acharam a comida saborosa e as receitas interessantes. Uma aluna disse até que eles estão cada vez melhores e que, agora, já conseguem fazer tudo no tempo certo. Eles disseram que a culinária é muito animada e interativa e que a aula foi bastante divertida. Destacaram, ainda, que todos trabalharam bem e em harmonia: “Nós aprendemos a cozinhar e também a trabalhar em grupo. Eu acho isso muito bom!”
(Silvia Herkenhoff Carijó)

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6 Cognitive Processes in Third Language Acquisition at ESB
Here at ESB, English is traditionally taught as a third language (L3) at the age of 10, after students have had time to become familiar with and learn German or French. A growing number of linguists and language researchers view a language acquisition strategy such as this one as ideal, and underscore the fact that the third language is heightened and aided by the learners’ previous language-learning experiences. This is because third language acquisition relates to extending the linguistic system of an individual not only quantitatively, but also qualitatively, arousing new and more complex language skills. In addition, many universal computational mechanisms are featured in syntactic and semantic reflexes and are therefore freely acquired by L3 students.
It is no wonder that research on the impact of bilingualism on cognition has associated bilingualism with positive effects on a number of internal variables, including intelligence, metalinguistic awareness, cognitive flexibility and processing mechanisms, and even a more democratic disposition. Bilingualism – or biliteracy – results in more efficient language learning, as shown in several studies comparing bilinguals’ and monolinguals’acquisition of a foreign language, in terms of both general language proficiency and the acquisition of specific parameters. One of the most salient views brought forward by scholars is the fact that bilingual pupils supposedly are better language learners than their monolingual counterparts because they have already had the experience of learning one language, and so are much more capable of learning an additional one: they have acquired specific language learning strategies.
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Cognitive Processes in Third Language Acquisition at ESB
Another interesting factor to acknowledge is that the issue of culture and the way the children are taught has an immense influence on the way they learn. If they feel that their language of origin is respected and that their bilingualism is seen as a force, then the language learning process has positive implications and thereby positive outcomes as well. What we witness at ESB is that here our bilingual students are capable of acquiring the L3 language at a pace twice as fast as monolingual students elsewhere.

In an age of increasing globalization, knowledge of multiple languages is necessary even in societies where monolingualism has prevailed. Since recent estimates have indicated that up to two-thirds of the world’s population is at least bilingual, individuals with multi-language skills are needed now more than ever before.
(Barbara Beatriz Filgueiras de Melo)
References: http://liceu.uab.es/~joaquim/applied_linguistics/L2_phonetics/Fonetica_L3_Bib.html
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7 Atividades no Laboratório de Ciências
Durante as primeiras semanas do mês de abril, aconteceu no laboratório de nossa Escola, um evento voltado para a vivência de práticas em ciências. Esse evento ocorreu com a intenção de integrar as áreas das ciências experimentais (biologia, física e química) e aumentar a carga de aulas práticas dos alunos, principalmente no Ensino Médio.

Tal evento foi elaborado em sintonia com o que o IB Diploma espera dos cursos de ciências, que estes apresentem uma abrangente carga de aulas práticas, onde o aluno deixe de apresentar uma atitude passiva e passe a adotar uma postura mais ativa em relação a novas descobertas e oportunidades de aprendizado. A prática em laboratório leva o aluno a pensar com base no método científico, ou seja, um problema é apresentado ao grupo, este precisa elaborar uma hipótese, que precisa ser testada através de um experimento controlado e que, no final, pode levar à aceitação ou rejeição da hipótese inicialmente elaborada.
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Atividades no Laboratório de Ciências
Para tanto, a Escola adquiriu novos equipamentos, sondas de fácil manipulação que, quando conectadas a um computador, permitem que o aluno extraia diversas informações do ambiente (tais com pH, temperatura e condutividade elétrica) e elabore gráficos e cálculos estatísticos com o auxílio de um software específico. Todas as informações coletadas durante as atividades práticas serão, depois, utilizadas pelo aluno para a elaboração de relatórios de aulas práticas.
Para que o evento pudesse ser realizado com o sucesso esperado, o senhor Christian Eggenberger, um consultor externo, foi chamado para auxiliar professores e alunos neste primeiro contato com os novos equipamentos.

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Atividades no Laboratório de Ciências
Depoimento do Professor Christian Eggenberger
Os alunos puderam aproveitar a oportunidade e trabalhar não só com os equipamentos adquiridos pela Escola, mas, também, com outros equipamentos que foram cedidos para o evento.
Depoimentos sobre a Semana de Enfoque Curricular no Laboratório:
Os alunos mostraram interesse nas experiências que foram realizadas e entenderam a importância deste trabalho para o desenvolvimento do programa do IB Diploma. Vários alunos comentaram como esta experiência os auxiliou para compreenderem como as ciências experimentais (física, química e biologia) são trabalhadas no IB. O aluno Daniel, da turma 1M, classificou as experiências realizadas como diferentes e interessantes e considerou este um “primeiro passo” para realizar os relatórios de aula prática exigidos pelo IB. Visão parecida foi demonstrada pela aluna Ana Carolina, da mesma turma. Segundo a aluna: “A semana de estudos no laboratório foi realmente interessante! Conhecemos um professor suíço, o que mostra a diversidade da Escola e ainda realizamos experimentos investigativos que têm o perfil IB”.
De acordo com o aluno Guilherme, a semana de estudos foi muito produtiva, pois através dessa experiência foi possível “ter uma pequena impressão do que é estar em um laboratório e conhecer diversos instrumentos”. Já o aluno Breno destacou a importância de aulas práticas e dinâmicas que contribuem para uma maior compreensão e fixação dos assuntos abordados de forma teórica em sala de aula.
(Rachel de Souza Guanabara Santos)
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8 Redações sobre temas debatidos no cotidiano
Discorrer, através de textos, sobre os temas mais debatidos em nosso cotidiano é uma forma de desenvolvermos pensamento crítico, ao mesmo tempo em que aperfeiçoamos a qualidade do que escrevemos.
As redações a seguir, confeccionadas em sala de aula e, depois corrigidas, são ótimos exemplos dessa prática.
Diversão genuína
Vivemos em uma cidade ícone da moda de verão, que gira ao redor de um ambiente de praia. Esse clima é propício à propagação da cultura da valorização do corpo, reinante em grande parte do mundo ocidental. Academias de ginástica, dietas constantes já são realidades rotineiras no Rio de Janeiro.
O principal alvo dos produtos de beleza são os jovens – os mais adeptos ao culto do físico. É possível observar como a juventude carioca se encontra impregnada dessa cultura analisando as diversas formas de lazer mais praticadas atualmente: passeios pelos shoppings que estimulam o consumo, idas à praia que exibem a pele bronzeada, os músculos definidos e a nova moda de trajes de banho, entre outras.

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Redações sobre temas debatidos no cotidiano
Valorizam-se cada vez menos, portanto, os passatempos tradicionais, como um piquenique, uma visita ao museu ou simplesmente um churrasco em família. Isso se deve ao fato de os jovens sentirem a forte necessidade de se exibirem em qualquer momento.
Atividades ao ar livre, principalmente na Cidade Maravilhosa, não devem ser excluídas do dia-a-dia do carioca. Elas devem, no entanto, ser desvinculadas da obrigação de mostrar aos outros que se está enquadrado no modelo físico exigido pela sociedade.
É importante ir à praia, marcar programas de lazer, para proporcionar prazer em uma idade em que se tem ainda muita energia. É essencial, contudo, que esse prazer seja genuíno e sem preocupações fúteis. O jovem deve, acima de tudo, buscar felicidade e diversão agindo de acordo com a própria maneira de ser, sem se importar com a opinião alheia. (Carla Sertã Padilha – 2M - 2011)

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Redações sobre temas debatidos no cotidiano
Brincadeira pouco inocente
O “bullying”,comportamento agressivo praticado por um ou mais alunos contra
outro, vem se tornando um problema cada vez maior nas escolas brasileiras. Esse tipo de brincadeira, que está longe de ser inocente, pode deixar várias sequelas nas vítimas e não deve nunca ser ignorado. No entanto, como podemos perceber que uma brincadeira já passou dos limites e como tratar alunos que apresentam comportamento agressivo?

Em primeiro lugar, é preciso ficar atento aos sinais – um aluno que não se sente confortável ou apresenta angústia ao ir à escola pode estar sendo vítima de “bullying”. Uma vez identificada a vítima, é importante mostrar apoio ou, se necessário, até mesmo afastar a criança da escola. Também é importante advertir aqueles que insistem em praticar o “bullying” e orientar aqueles que estão assistindo – nunca haverá “bullying” se não houver plateia. Ensinar os outros alunos a não aceitar esse tipo de comportamento pode ser a chave para acabar com as brincadeiras.
Muitas vezes, interferir diretamente pode não ser a melhor opção, e o agressor, sentindo-se intimidado, pode acabar por aumentar a carga ofensiva em cima da vítima. Por isso, a melhor opção é orientar o aluno que está sofrendo “bullying” como proceder e como se comportar frente aos agressores que, possivelmente, acabarão com a brincadeira uma vez que perceberem que os insultos não fazem mais efeito.
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Redações sobre temas debatidos no cotidiano
É uma lástima pensar que, cada vez mais, crianças sofrem com esse tipo de humilhação, que pode trazer consequências, muitas vezes, mais sérias do que o esperado. Assim sendo, é muito importante auxiliar o aluno perseguido, abafar os conflitos e tratar os agressores que, se sentindo inimputáveis e não sendo advertidos, podem adotar comportamentos cada vez mais delinquentes e violentos. (Mariana Santos - 3M -2011)

(Maria de Fátima Veras Machado)
- Informativo - Agosto de 2011
- Editorial
- Índex
- 1 Tema transdisciplinar
- Tema transdisciplinar
- 2 Como compartilhamos o planeta
- Como compartilhamos o planeta
- Como compartilhamos o planeta
- Como compartilhamos o planeta
- Como compartilhamos o planeta
- Como compartilhamos o planeta
- Como compartilhamos o planeta
- 3 Dever de casa - Para que serve?
- Dever de casa - Para que serve?
- Dever de casa - Para que serve?
- 4 Como nos organizamos
- Como nos organizamos
- 5 Culinária na Escola Suíço-Brasileira
- Culinária na Escola Suíço-Brasileira
- Culinária na Escola Suíço-Brasileira
- 6 Cognitive Processes in Third Language Acquisition at ESB
- Cognitive Processes in Third Language Acquisition at ESB
- 7 Atividades no Laboratório de Ciências
- Atividades no Laboratório de Ciências
- Atividades no Laboratório de Ciências
- 8 Redações sobre temas debatidos no cotidiano
- Redações sobre temas debatidos no cotidiano
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